Quando compensa
Um site em várias línguas compensa quando uma parte importante dos clientes não fala a sua: turismo, náutica, exportação, serviços para quem se muda, negócios perto de fronteiras ou em cidades internacionais. Não compensa acrescentar línguas «para ficar completo»: cada língua tem de ser mantida ao longo do tempo.
Que línguas escolher
Parta dos dados: de onde vêm os seus clientes, que línguas a sua equipa ouve mais, de que países chegam os pedidos. Mais vale três línguas completas e cuidadas do que oito a meio.
O inglês é muitas vezes a segunda língua certa, mas nem sempre: para um negócio perto da fronteira com Espanha, o espanhol pode contar mais.
Cada língua tem de estar completa
Uma versão traduzida a meio faz mais estragos do que nenhuma tradução. Também é preciso traduzir menus, botões, formulários, mensagens de erro, textos alternativos das imagens, títulos e descrições para os motores de pesquisa. E a mudança de língua deve levar à página equivalente, não à página inicial.
Ser encontrado em cada país
Cada língua precisa de endereços próprios (por exemplo /pt/ para o português) e de ligações que digam aos motores de pesquisa que páginas se correspondem. Assim, quem pesquisa em alemão encontra a versão alemã.
As traduções automáticas são um bom ponto de partida; os textos importantes — a página inicial, os serviços, as condições — convém serem revistos por um nativo.
- Endereços separados por língua
- Ligações hreflang entre versões
- Títulos e descrições traduzidos
- Revisão nativa dos textos principais
